Nada de nos fecharmos para o amor

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Mesmo que o amor venha em forma de pessoas que nos espelham. Pessoas que trazem todo o lixo para ser limpo e reciclado nas usinas transformadores do amor e na clara água da compaixão e do perdão.
Mesmo que esses seres entrem na nossa alma com tamancos, ferindo ao que há de mais sagrado e isso tudo acontece com a nossa permissão por inúmeras razões. Carência, confiança cega, admiração em excesso, baixa estima e muitas outras coisas que nos afastam de nós mesmos.
A inocência nem sempre é compreendida e poucos sabem lidar com ela.
Mesmo feridos, não nos percamos da inocência, pois ela nos salva.
Nos corações inocentes moram os deuses, anjos, arcanjos e todas as deidades de luz que nos protegem dos seres que não fluem na mesma energia e nos resgatam no momento certo. Para crescer, precisamos podar as arestas, os excessos dos canteiros dos sentimentos, para que flores – seres de luz que somos, nos tornemos na Primavera e continuemos a perfumar.
Para que possamos estar no dharma, precisamos passar pelo karma, pelos processos intensos que machucam o coração, que trazem as lágrimas curadoras, purificadoras, que transformam nossa essência em mais beleza e maturidade.
A beleza é estarmos conscientes de que fizemos e demos o melhor em cada gesto, em cada atitude e que isso foi verdadeiro. Somos todos crianças brincando de amar nos jardins do Senhor. O que é do outro, ele por si mesmo responderá, e nós também, caso seja preciso. Necessitamos cuidar da nossa parte. Não há ninguém mais ou melhor nos assuntos do coração e do amor.
Somos todos aprendizes. O importante é sentirmos a paz, o sim interno, os sinais da vida dizendo que estamos certos, a proteção dos anjos, mentores, nos abençoando na guiança, na jornada de alma, na continuidade do viver. Num espaço de compaixão a tudo,o que resta é sentarmos no jardim, apreciarmos o pôr do sol, a brisa fresca, a chuva, o canto dos pássaros, sentir o perfume das flores, dos jasmins, dos lírios, e deixarmos que uma sabiá nos guie para metade da laranja onde a doçura está.
E é lá que o amor mora.

Tereza Ananda Hayaam

P. S. Este texto veio canalizado como resposta e direcionamento, numa noite de silêncio e bem-querer ao meu ser.

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