Arquivo da categoria: Metanoia

Mulheres e labirintos

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O objetivo da vida é realizar um caminho com significado?

E quem não aspira chegar, em um dia distante, àquele campo florido onde poderemos residir em suave contentamento?

Na verdade, sabemos que a vida, por si mesma, não é assim; nosso trajeto é frequentemente arenoso; nosso caminho, longo, nebuloso. Grande parte do tempo estamos desorientados, sobrecarregados pelos deveres cotidianos, sacudidos por temores, metas excessivas e coisas semelhantes. Mas isso é tudo o que podemos esperar? Leia o resto deste post

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Coragem!

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Meus querido@s do coração,

Sob a sombra do sofrimento guarde-se em Jesus porque há instantes que somente o Mestre Maior pode suster nossa coragem.
Não olvide as preces, a vigilância dos pensamentos, muito mais, e de maneira resoluta, mantenha o olhar dirigido ao coração e para que nele não permaneça o veneno da incompreensão ou das mágoas, muito próprias aos tempos difíceis.
Resista também ao medo… Leia o resto deste post

Passagem

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Estive em silêncio.
Há pessoas que quando se sentem mal a criatividade simplesmente cessa e se cala e, atrevida, nega-se a contar ou expressar palavra, senão o silêncio. “Funciono” desse modo, pertenço aos tipos que deixam de ouvir as vozes interiores quando a vida, no lá fora, se torna fria e dura.
As poucos, no entanto, uma certa “ordem” se avizinha. Não a “ordem” típica ao dever, mas a “ordem” que se segue ao caos e toda a névoa que lhe segue, cegando-nos e/ou sangrando-nos.
A vida é longa, já penso assim. E cedo ou tarde os impasses conhecem um fim. E não que tenhamos qualquer controle sobre isso. Leia o resto deste post

O amor compromissado

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O amor compromissado é o que faz a vida vibrar.
Ter a coragem de assumir os sentimentos, vivê-los, pois arcar com toda essa energia que muda e renova é para os que acreditam no amar.
Além disso, tudo o que acontece é seguido da permissão do desejo, da vontade, do vibrar, ou seja, o sentir e ir fundo no mar das emoções.
Igualmente, da mesma forma que nos permitimos viver a tudo isso, somos também responsáveis pela razão e a emoção equilibradas. Leia o resto deste post

Feminino sagrado e consagrado

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20130306-113233.jpgTodos os anos, no mês de março (dia 8), as mulheres se validam e se solidarizam.
Uma grande corrente de força acontece nesta data, e que foi determinado para celebrar a mulher.
Os homens nos reconhecem, nos parabenizam, mas passado este dia dia muitas coisas são esquecidas, inclusive por nós.
A energia feminina deve ser celebrada sempre e reverenciada pelo nosso ser.
Estamos imersos em um tempo de autorreconhecimento, validação, reivindicação dos direitos femininos, não feministas, que são divinos e necessários para a transformação dessa nova etapa do planeta.
A energia feminina é essencial e pode ser reconhecida por nós, mulheres, para que ela crie força e assim consiga reverberar no infinito e voltar transformada em luz para o nosso caminhar.
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Crise e percepções

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Resistimos à dor, embora saibamos (ou suspeitemos) que o único recurso adequado é passar por ela, senão a experiência dolorosa se torna mais intensa – e por isso corremos o risco de mergulharmos na estagnação, na perda da alegria de viver.
Quando uma crise desperta, então, podemos, no lugar de erigir resistências, procurar atender as reivindicações de nossa alma e nos perceber de forma atenta e cuidadosa.
A experiência da dor não é algo ruim ou que acontece gratuitamente. Leia o resto deste post

Entre a dualidade

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Há dias nos quais simplesmente não nos sentimos inspirados; e, em trânsito, a criatividade encontra-se como pedra de construção latente e que se nega, por isso, a lançar luminosidade a ideias para torná-las expressão espontânea ou inovadora dos dias que nos seguem.
No fundo, ainda sinto os cansativos sinais de um desgaste físico e emocional no qual adentrei ao ser convocada, sem ignorar as condições materiais de (minha) existência, para me decidir entre caminhos e que me pareceram mais labirintos.
Sim, estive (de novo) em um labirinto. Eles costumam retornar e, principalmente, quando a vida exige fazer uso de razões que tanto se ligam a “temas básicos” como impliquem receios de funções da psique pouco usadas por um “tipo pensamento” (eu própria). Leia o resto deste post