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Leitura psicológica
Mostra a história de dois homens que se aproximam a partir de uma dor semelhante. Ambos sofreram de maus tratos e abandono na infância. Numa frase do filme Capote ele diz: Somos muito parecidos, é como se viéssemos de uma mesma casa, a diferença é que saí pela porta da frente e você (o condenado) pela porta dos fundos.

Será a destrutividade dos condenados pior do que a do Capote? Que o usou a partir da manipulação e pressão afetiva em momento tão desesperador? Quem era o bandido, somente o que estava preso? Será que sair pela porta da frente é quem se omite, se oculta e mente ou quem assume a sua própria destrutividade, e valoriza o pouco que recebe.

Será a crueldade ativa ou explicita e a crueldade oculta somente presente em alguns seres humanos ou uma condição comum a todos em proporções diferentes? Acolher nossas distorções e assumi-las provavelmente nos dá também a possibilidade de sermos verdadeiros, de trazer a luz o que se oculta indo alem da vergonha.

Por Flávio Vervloet

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